Com calma,
Sua alma se esvairava,
E prá multidão que olhava,
Gritava que:
"- vudu é prá jacu!"

No ritmo da morte,
Lutava pela vida,
Não havia macumba,
Que curasse a sua ferida,
Por toda sua existência,
Ele sempre foi descrente,
E agora agoniza,
Com um espeto em sua mente.

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