
A Insurreição Feminista
Língua de Trapo
Crítica social e ironia em “A Insurreição Feminista”
Em “A Insurreição Feminista”, o Língua de Trapo faz uma crítica contundente à violência contra mulheres no Brasil, usando nomes como Doca Street, Michel Frank e Lindomar, todos envolvidos em crimes que chocaram o país. A escolha desses personagens reais reforça o tom satírico da música, que expõe a brutalidade dos crimes e a resposta social a eles. O grupo utiliza versos como “lincha, esquarteja, retalha e pica...” para ironizar tanto a violência dos agressores quanto o desejo de vingança que surge na sociedade diante do machismo extremo.
A letra aposta em expressões fortes e repetitivas para criar um clima de revolta coletiva, mostrando mulheres “furibundas e possessas” clamando por punição exemplar. Com seu humor ácido característico, o Língua de Trapo denuncia o machismo e a violência de gênero, mas também questiona até que ponto a busca por justiça pode se confundir com barbárie. Ao tratar o tema com ironia, a banda provoca o ouvinte a refletir sobre as reações sociais diante desses crimes, mantendo o tom irreverente que marcou sua participação na Vanguarda Paulistana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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