
Boiadeiro Errante
Liu e Léu
Solidão e saudade em “Boiadeiro Errante” de Liu e Léu
“Boiadeiro Errante”, de Liu e Léu, destaca a solidão do boiadeiro, marcada pela saudade de um amor deixado em Minas Gerais. A música vai além de retratar a rotina difícil e itinerante do vaqueiro, mostrando como a liberdade das estradas traz também o peso da distância e da ausência. Isso fica claro quando o personagem afirma: “Ela é culpada, uê, uê, uê, boi / Eu viver nas estradas”, sugerindo que o afastamento não é só uma escolha profissional, mas também uma fuga emocional. Esse trecho reforça o tom nostálgico e resignado da canção.
O contexto sertanejo aparece em cada verso, com referências ao “berrante”, ao companheirismo entre boiadeiros e à valorização das paisagens do interior, como a “serra” e o canto da “seriema”. Gravada em 1959, a música se tornou um clássico por traduzir a vida simples, os desafios e as tradições do interior do Brasil. O refrão “uê, uê, uê, boi” reforça o ritmo do trabalho e a ligação do boiadeiro com o gado, enquanto a passagem por diferentes estados (“Com destino a Goiás, deixei Minas Gerais”) evidencia o nomadismo e a saudade que acompanham o personagem. Assim, “Boiadeiro Errante” oferece um retrato direto e emotivo da vida sertaneja, equilibrando liberdade, dever e nostalgia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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