
A Volta Que o Mundo Dá
Liu e Léu
Dinheiro, amor e justiça em "A Volta Que o Mundo Dá"
"A Volta Que o Mundo Dá", de Liu e Léu, faz uma crítica clara à valorização do dinheiro e do status social em detrimento do amor verdadeiro. A música conta a história de um casal apaixonado de Guaratinguetá, separado pela decisão do pai da moça, que rejeita o namoro por questões de classe: “Nós somos família nobre / O seu namorado é pobre / Não vamos se misturar”. Esse conflito, comum na música sertaneja, reflete as tensões sociais do interior paulista, cenário de origem da dupla.
A letra apresenta personagens típicos do universo caipira, como o “caboclinho do pesado”, trabalhador e honesto, que mesmo rejeitado mantém sua dignidade: “Minha mão tá calejada / Meu defeito é trabalhar”. Em oposição, o “sujeito engravatado”, que parece ser de boa família, acaba se revelando um impostor e ladrão, mostrando que riqueza e aparência não garantem caráter. O final, com a filha do ladrão sendo criada pelo avô e a mãe solteira, reforça a mensagem de que o amor não se compra: “O amor é coisa séria / Nunca vi ninguém comprar”. O título resume a ideia de que a vida dá voltas e que o verdadeiro valor das pessoas aparece com o tempo, culminando no reconhecimento do caboclinho, agora com “seu lar honrado”. A canção transmite uma lição de humildade, justiça e respeito às raízes, valores centrais para Liu & Léu.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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