
¿Por Qué No Se Van?
Los Prisioneros
Crítica à alienação cultural em “¿Por Qué No Se Van?”
“¿Por Qué No Se Van?”, da banda chilena Los Prisioneros, utiliza ironia para criticar aqueles que desprezam a cultura local, mas continuam vivendo no Chile. A música destaca o comportamento de pessoas que sonham com Nova York e Europa, e que valorizam referências estrangeiras, como o “cine arte del Normandi”, enquanto rejeitam o que é chileno. Ao satirizar essa elite cultural, a banda expõe o paradoxo de buscar status e reconhecimento por meio do que vem de fora, ignorando ou menosprezando as próprias raízes.
O refrão repetitivo, “¿Por qué no se van?” (“Por que não vão embora?”), é uma provocação direta: se essas pessoas realmente preferem outros países, por que permanecem no Chile? A letra também aborda o preconceito contra nomes comuns, como em “Si tu apellido no es González ni Tapia” (“Se seu sobrenome não é González nem Tapia”), criticando a valorização de origens estrangeiras em detrimento das locais. Lançada em um período de forte repressão política no Chile, a música ganhou força como símbolo de resistência e afirmação da identidade nacional, sendo adotada em protestos e regravada por artistas como Mercedes Sosa. Assim, “¿Por Qué No Se Van?” se tornou um marco na crítica à alienação cultural e à falta de orgulho pelo próprio país.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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