
Salando Las Heridas
Patricio Rey y Sus Redonditos de Ricota
Colocando Sal Nas Feridas
Salando Las Heridas
Você já saiu mil vezesSaliste ya mil veces
Da pista pra respirarDe la pista a respirar
Recrutando, todo maquiadoA reclutar, bien maquillado
Escondendo aquele seu sinalY ocultando tu lunar
Um dia, o barco virouUn día, el bote volcó
E o prêmio afundou de vezY el premio, a pique, se fue
Todo mundo achou que você tinha morridoTodos te daban por muerto
E lá estava você, no meu reboque sem luzY vos allí en mi remolque sin luz
Feito um clandestinoComo un polizón
Olha só que cara pesadoMirá qué tipo espeso
Submisso como qualquer outro prato do diaSumiso como un guiso más
Um vagabundo de mil jornadasUn vago de mil caravanas
Prestes a ficar sem lugarA punto de quedar a pie
Derretendo chumbo, você consegue pegarFundiendo plomo, lográs
Jorros de um ouro sujoChorros de oro cochino
Em beijos dos mais sem pudorEn besos de lo más desnudos
Mas o café, junto à sua sorte, esfria na minha mesa geladaPero el café, con tu suerte, se enfría en mi mesa fría
A gente mirou no seu narizApuntamos a tu nariz
Afundamos suas bochechasHundimos tus pómulos
E mesmo assim, você brilhavaY vos resplandecías
Não sobrou um sonho pra se vingarNo te quedó sueño por vengar
E você já não espera mais que o jogo seja limpoY ya no esperás que te jueguen limpio nunca más
Colocando sal nas feridasSalando las heridas
Você ferrou com todo mundo mais um poucoJodiste a todo Cristo y más
Com bobinhos da luaA boluditos de la Luna
E garotas com um visual pornô-naziY tipas porno-nazi look
Um dia, o barco virouUn día el bote volcó
E o prêmio afundou de vezY el premio, a pique, se fue
Todo mundo achou que você tinha morridoTodos te daban por muerto
E lá estava você, no meu reboque sem luzY vos allí en mi remolque sin luz
Feito um clandestinoComo un polizón
Sua fala se dissolveTu lengua se derrite
Nas tendências da raiva de hojeEn modas de la rabia de hoy
Quando você adoece com tanta vontadeCuando enfermás con tanta gana
Fecha as trincheiras da dorCerrás las filas del dolor
Derretendo chumbo, você consegue pegarFundiendo plomo, lográs
Jorros de um ouro sujoChorros de oro cochino
Em beijos dos mais sem pudorEn besos de lo más desnudos
Mas o café, junto à sua sorte, esfria na minha mesa geladaPero el café con tu suerte se enfría en mi mesa fría
A gente mirou no seu narizApuntamos a tu nariz
Afundamos suas bochechasHundimos tus pómulos
E mesmo assim, você brilhavaY vos resplandecías
Não sobrou um sonho pra se vingarNo te quedó sueño por vengar
E você já não espera mais que o jogo seja limpoY ya no esperás que te jueguen limpio nunca más



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