Tradução gerada automaticamente

Teu Nome, Amarante
Luar na Lubre
Teu Nome, Amarante
Teu Nome, Amarante
Abre a porta velhaAbre a porta vella
Da casa dos seus pais, eDa casa dos seus pais, e
Volta as janelasTórnalle as xanelas
E lava as mãos no baldeE lava as mans no balde
Dá uma volta pela aldeiaDa unha volta á aldea
Chamava-se Amarante.Chamábase Amarante.
No amanhecer só ficamNo amencer só quedan
O nome e a solidão.O nome e a soidade.
Meu namorado vai no rioMeu namorado vai no río
Buscando a neve.Buscando a neve.
Meu namorado vai no rioMeu namorado vai no río
Pra matar a sede.Calmar a sede.
Lembrou das traves de ouroLembrou as trabes de ouro
De quando era criança.De cando nena.
E ergueu as grades altasE ergueu as grades altas
Onde caíram.Onde caeran.
Foram embora todos de lá,Marcharon todos de alí,
O tempo e a terra,O tempo e a terra,
Mas a palavra ficouPero a palabra estaba
No seu lugar.No seu lugar.
E cobriu com lajes novas a eiraE lousou con laxes novas a aira
E limpou de mato as vinhas,E limpou de broza as viñas,
E inventou outra história pra AmaranteE inventoulle outra historia a Amarante
Pra contar a uma menininha.Para contar a unha meniña.
Abre a porta velhaAbre a porta vella
Da casa dos seus pais, eda casa dos seus pais, e
Volta as janelastórnalle as xanelas
E lava as mãos no balde.e lava as maos no balde.
Dá uma volta pela aldeia,Da unha volta á aldea,
Chamava-se Amarante,Chamábase Amarante,
Pampas, videiras,Pampanos, videiras,
Oficinas e garotos.Obradoiros e rapaces.
Meu namorado, olha o rioMeu namorado, vira o río
E mata a sede, sim.E calma a sede, si.
Meu namorado, olha o rioMeu namorado, vira o río
E volta a me ver.E volta a verme.
Beijam-se as fronteirasBéixanse as fronteiras
Nas casas do subúrbio,Nas casas do arrabalde,
Quantas as janelasCantas as xanelas
O vinho e os amantes.O viño e os amantes
Fala aos sem-terraFálalle aos sen terra
Do direito a ocuparemDo dereito a ocuparen
Bairros pra vida,Barrios para a vida,
Palavras pra verdade.Palabras para a verdade.
E assim foi que esperou pelos vivosE asi foi que esperou polos vivos
A lenda de Amarante.A lenda de Amarente.
E assim foi que aguentou dos caminhosE así foi que aguantou dos camiños
Teu nome, Amarante.Teu nome, Amarante.



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