
Mademoiselle (O La Ou Té Yé)
Luiz Caldas
Orgulho e ancestralidade em “Mademoiselle (O La Ou Té Yé)”
Em “Mademoiselle (O La Ou Té Yé)”, Luiz Caldas expressa seu orgulho pela cultura baiana ao citar diretamente blocos afro como Ilê Aiyê e Apaches do Tororó. Essas referências vão além da celebração do carnaval, destacando a valorização das raízes afro-brasileiras e a importância da ancestralidade na construção da identidade local. Ao adaptar o refrão caribenho “O La Ou Té Yé” para o contexto brasileiro, Caldas mistura ritmos e elementos culturais, criando uma ponte entre o Caribe e a Bahia e reforçando a ideia de que a diversidade e a alegria são marcas centrais do povo baiano.
A letra traz mensagens otimistas e acessíveis, como nos versos “Querer paz, amor / Ter força e crescer” e “da educação nunca vou desistir”, que ressaltam valores universais como paz, amor, crescimento pessoal e a importância da educação. O trecho “Eu não sou brocha eu quero uma / Cabrocha para lambadear” usa humor e descontração para falar de desejo, família e prazer, sem perder de vista a responsabilidade de criar os filhos e garantir o essencial. Já o verso “Sou bonito / Como o apache e o ilê” reforça autoestima e orgulho cultural, mostrando que beleza está ligada à ancestralidade e à coletividade. Assim, a música transmite esperança, celebração da vida e respeito às origens, embalados por uma sonoridade marcante do carnaval baiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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