
Iluminosidade
Luiz Caldas
Cultura afro-brasileira e ancestralidade em “Iluminosidade”
Em “Iluminosidade”, Luiz Caldas faz uma homenagem vibrante ao bloco Filhos de Gandhy, um dos símbolos do Carnaval de Salvador. Logo no refrão, a "iluminosidade" que desce sobre a cidade representa mais do que luz: é a energia positiva, a paz e o prazer que o bloco leva às ruas, transformando o ambiente urbano em um espaço de alegria coletiva e respeito às raízes africanas. O termo "Mauê de Balê", uma saudação em iorubá que significa "Salve o Rei", reforça a ligação com a ancestralidade e a reverência às lideranças espirituais e culturais do povo negro.
A letra valoriza a participação de todos, como em “Só não dança quem não quer” e “Esse canto é afoxé”, convidando o público a se envolver na festa e na tradição do afoxé, ritmo de origem africana que embala o cortejo dos Filhos de Gandhy. Ao citar instrumentos típicos como caxixi e agogô, e mencionar “Papu Ghandhi é o pai dessa nossa cabeça”, Luiz Caldas presta tributo tanto a Mahatma Gandhi, inspiração do bloco, quanto à força dos orixás, como Oyá, evocando proteção e espiritualidade. Assim, “Iluminosidade” transmite uma mensagem de união, respeito às origens e celebração da cultura afro-brasileira, tudo em uma atmosfera festiva e positiva, característica do axé music popularizado por Luiz Caldas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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