Exibições da letra 8.105

Esse Jeito de Domingo

Luiz Marenco

Tradição e solidão no campo em “Esse Jeito de Domingo”

“Esse Jeito de Domingo”, de Luiz Marenco, retrata com sensibilidade o cotidiano do homem do campo, especialmente nos domingos, quando a rotina ganha um tom mais introspectivo. A música apresenta Natalício Perdomo, montado em seu “Mouro destapado” e acompanhado de um ovelheiro, como símbolo do gaúcho tradicional. Esses elementos reforçam a forte ligação com a cultura regional e a simplicidade da vida no interior, aspectos frequentemente destacados na obra de Luiz Marenco e Xirú Antunes.

A letra utiliza imagens como “franja do pala”, “capão de pitangueira” e “dobraduras do arreio” para ilustrar o ambiente rural e suas particularidades. Ao mencionar que as razões para andar pelos campos aos domingos são as mesmas dos “índios que habitam os galpões”, a canção sugere uma busca por pertencimento, memória e identidade. O verso “Que fazem as solidões se multiplicarem nos cascos / De um Mouro Negro ou Picaço pra os olhos de alguma china?” mostra como o trote do cavalo simboliza tanto a solidão quanto a esperança de um encontro. Ao afirmar que não é só a geografia, mas também a “fisionomia de quem tem seu próprio canto”, a música valoriza a individualidade e a herança cultural do povo gaúcho, mostrando que cada costume carrega histórias e sentimentos profundos transmitidos de geração em geração.

Composição: Xiru Antunes, Luiz Marenco. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Luiz Marenco e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção