
Samba-Enredo 2013 - Mário Lago, Um Homem do Século XX
Mancha Verde
Mário Lago e a boemia política em “Samba-Enredo 2013 - Mário Lago, Um Homem do Século XX”
"Samba-Enredo 2013 - Mário Lago, Um Homem do Século XX", da Mancha Verde, faz uma homenagem detalhada à trajetória multifacetada de Mário Lago, destacando sua ligação com a boemia carioca e o ativismo político. A letra menciona figuras como Madame Satã e locais emblemáticos como o Café Nice, situando Lago no coração da Lapa, tradicional ponto de encontro de artistas, intelectuais e malandros. Ao chamá-lo de "malandro da lapa, amante da boêmia", o samba reforça sua convivência com personagens marcantes da cultura popular brasileira, algo também representado na comissão de frente do desfile.
O enredo valoriza as diversas áreas em que Lago atuou, citando composições como "Aurora" e "Ai, que saudade da Amélia", além de suas parcerias com artistas como Carmen Miranda e Dercy Gonçalves. A menção à Rádio Nacional, ao cinema e à televisão mostra sua influência em diferentes meios. O verso "DNA de anarquista" e a referência à "liberdade, o Bola Preta" evidenciam seu engajamento político e sua luta por justiça social, incluindo sua participação em movimentos como as Diretas Já. O samba transmite um tom de celebração e orgulho, especialmente ao afirmar: "o tempo não apagará, as obras de um imortal", consolidando Mário Lago como símbolo de resistência e genialidade na cultura brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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