
Saudade
Maria Bethânia
A dualidade e permanência da saudade em “Saudade”
A música “Saudade”, interpretada por Maria Bethânia, aborda a saudade como um sentimento complexo, que mistura beleza e sofrimento. A letra destaca que a saudade não é apenas ausência, mas uma presença constante e transformadora. No verso “Saudade igual farol / Engana o mar, imita o sol”, a saudade é comparada a um farol, que pode tanto guiar quanto iludir, e a um sol que apenas imita a luz verdadeira. Essas imagens reforçam a dualidade do sentimento: a saudade pode iluminar e confortar, mas também enganar e machucar.
Outro ponto importante é a persistência da saudade. Quando a letra diz “Saudade desigual / Nunca termina no final / Saudade, eterno filme em cartaz”, mostra que esse sentimento é interminável, sempre presente como um filme que nunca sai de exibição. A canção também utiliza paradoxos, como em “A casa da saudade é o vazio / O acaso da saudade, fogo frio”, para mostrar que a saudade é um vazio cheio de significado, um fogo que consome sem aquecer. Por fim, o trecho “Quem foge da saudade / Preso por um fio / Se afoga em outras águas / Mas do mesmo rio” sugere que, mesmo tentando escapar, a saudade faz parte da experiência humana e sempre retorna, ainda que sob outras formas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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