
O Canto de Dona Sinhá (Toda Beleza Que Há) (part. Vanessa da Mata e Caetano Veloso)
Maria Bethânia
Memória e ancestralidade em “O Canto de Dona Sinhá (Toda Beleza Que Há)”
Em “O Canto de Dona Sinhá (Toda Beleza Que Há) (part. Vanessa da Mata e Caetano Veloso)”, Maria Bethânia, junto de Vanessa da Mata e Caetano Veloso, constrói uma homenagem sensível às raízes familiares e à ancestralidade. A canção utiliza a natureza como cenário e símbolo para expressar a ligação afetiva com o passado, especialmente por meio da figura de Dona Sinhá, avó de Vanessa da Mata. Elementos como o Rio Garças, a aroeira e o ipê-amarelo da serra situam a música em um ambiente rural, evocando memórias e sentimentos de pertencimento. Esses detalhes reforçam a ideia de que a ancestralidade e os entes queridos permanecem vivos nos pequenos aspectos do cotidiano e do mundo natural.
A letra destaca a busca por alguém que partiu, mas cuja presença é sentida em tudo ao redor: “Vive a me buscar / Nos lírios, cachoeiras / Nas correntezas do Garça / No verde da aroeira / No canto de Dona Sinhá”. Essa presença sutil mostra como a memória e o afeto ultrapassam a ausência física, sendo preservados nas lembranças e na paisagem. O tom suave e contemplativo da música transforma a saudade em celebração, mostrando que a beleza herdada das relações familiares continua viva e influencia a identidade de quem canta e de quem escuta.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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