
Prudência
Maria Bethânia
O dilema entre razão e emoção em "Prudência"
A música "Prudência", composta por Tim Bernardes para Maria Bethânia, propõe uma reflexão sobre como o excesso de cautela pode limitar a experiência emocional. A letra expõe um conflito interno vivido por quem teme se machucar novamente, como nos versos: “Me pego evitando os amores / Que desejo em segredo / Da intensidade da dor tenho medo”. Aqui, o medo de sofrer leva à apatia e ao tédio, sentimentos que a própria prudência tenta evitar, mas acaba provocando.
No refrão, Bethânia canta: “Prudência, não me venha falar em prudência / As paixões que me descontrolaram / São as que fizeram eu ser como sou”. Nesses versos, a prudência é tratada quase como uma figura que tenta impor limites, enquanto as paixões, mesmo trazendo instabilidade, são vistas como essenciais para a formação da identidade. O contexto da criação da música reforça essa dualidade entre razão e emoção, mostrando que a canção nasceu de uma reflexão sobre o equilíbrio entre se proteger e se permitir viver intensamente. A interpretação de Bethânia aprofunda esse dilema, tornando "Prudência" um convite para repensar o papel do risco e da entrega emocional na busca por autenticidade e sentido na vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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