
Eu Carrego Patuá
Mariene de Castro
Fé e proteção espiritual em “Eu Carrego Patuá”
“Eu Carrego Patuá”, de Mariene de Castro, aborda como a fé e a proteção espiritual servem de apoio diante das dificuldades do dia a dia. O verso “Aqui não sobra dinheiro / Mas também não falta fé” mostra que, mesmo com limitações materiais, a esperança permanece firme. A menção ao patuá e à figa de Guiné, amuletos tradicionais, reforça a ligação com a religiosidade popular brasileira, marcada pela mistura de crenças e práticas que oferecem conforto e segurança.
A letra cita vários santos, como São Benedito, Santo Expedito, São Lucas, São Sebastião, São Jorge, Santa Anastácia, Santa Rita de Cássia e Santa Luzia, evidenciando uma devoção plural. Essa diversidade reflete o sincretismo religioso do Brasil, onde diferentes tradições convivem e se complementam. O trecho “A fé que move montanhas independe de credo ou religião” deixa claro que o essencial é a força interior e a busca pelo equilíbrio, independentemente do caminho espiritual escolhido. Com um tom acolhedor, a música transmite a ideia de que, mesmo em tempos difíceis, a fé e a esperança são suficientes para seguir em frente e buscar o melhor caminho para a vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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