
Só Se Vê Na Bahia
Mariene de Castro
A celebração da cultura baiana em “Só Se Vê Na Bahia”
“Só Se Vê Na Bahia”, interpretada por Mariene de Castro, é uma homenagem à riqueza cultural e à identidade única do povo baiano. Logo no início, o verso “Pedra pisada de preto, luso-banto sudanesa” destaca a mistura de influências africanas, indígenas e europeias que formam a base da Bahia. Essa referência direta à ancestralidade reforça o papel do estado como um verdadeiro caldeirão cultural, algo frequentemente celebrado por Mariene de Castro e Roberto Mendes em suas obras.
A música também valoriza a resiliência e a alegria do povo baiano, especialmente no trecho “gente que tira alegria da dor no baticum do batente”, que remete à tradição do samba de roda e à capacidade de transformar dificuldades em festa. As menções a localidades como Santo Amaro, Sinimbu e Calolé reforçam a importância dessas regiões na formação da identidade local. O verso “Eu só vou no samba no lugar que tem mulher” celebra a presença feminina nas rodas de samba, conectando-se ao trabalho da artista em homenagear mulheres ribeirinhas. Por fim, a referência ao trabalho na estiva de São Paulo para aproveitar o carnaval em Santo Amaro mostra o valor afetivo e cultural da Bahia para seus filhos, tornando a canção um verdadeiro hino de exaltação à terra natal e à alegria única que, como diz o refrão, só se vê na Bahia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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