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Carne de Sol

Marinês

Feijão de corda com carne de sol
Manteiga de garrafa e farinha quebradinha
A gente come tanto chega se lambuza
(A gente come tanto chega, chega se lambuza)
Come, come e não abusa na nossa terrinha

No bar de belo e no de natá tradicional lá na região
A gente toma uma caninha boa, enquanto a carne assa e sai o feijão
Quem for um dia a caruaru seja do norte ou do sul vai gostar
Da carne de bode, linguiça torrada, de sarapatel, pirão de buchada
Do feijão de corda, tripa e miúdo
Vai comer de tudo
De rabada, de rabada, de rabada, de rabada, de rabada

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Composição: Agripino Aroeira / Onildo Almeida. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por Luiza. Revisão por João. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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