
Cismas
Mauro Moraes
Reflexões Poéticas e Existenciais em 'Cismas' de Mauro Moraes
A música 'Cismas' de Mauro Moraes é uma profunda reflexão sobre a vida, as escolhas e as memórias. A letra é rica em metáforas e imagens poéticas que evocam uma jornada pessoal e introspectiva. Desde o início, o eu lírico deixa claro que suas andanças não foram em vão, mas sim uma busca por algo mais significativo do que simples lamentos. Ele não quer ser como o vento, passageiro e efêmero, mas sim transformar-se em saudade, algo duradouro e marcante.
A segunda estrofe continua essa reflexão, mostrando que o eu lírico não se deixou abater pelas dificuldades da vida. Ele fez de seus afagos um portal para as andorinhas, simbolizando liberdade e renovação, e guardou suas mágoas como prova de sua jornada. A ideia de 'guardar mágoas' pode ser interpretada como uma forma de lembrar-se das dificuldades superadas, transformando-as em aprendizado e crescimento pessoal.
O refrão 'E que venham cismas / E milongas tortas / Mas me deixem vivas / As lembranças mortas' é um convite à aceitação das incertezas e imperfeições da vida, mas sem esquecer as memórias que, embora 'mortas', ainda têm um impacto significativo. A última estrofe reforça essa ideia de viver plenamente, sem se prender ao passado, mas também sem esquecê-lo. O eu lírico não quer domar o ontem, mas sim criar um espaço de estima e lembranças, onde possa 'matear recuerdos e escutar a vida', uma metáfora para refletir sobre o passado enquanto vive o presente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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