
Residencia Dos Loucos Parte 2
MC Felipe Boladão
Orgulho e resistência em "Residencia Dos Loucos Parte 2"
"Residencia Dos Loucos Parte 2", de MC Felipe Boladão, destaca o preconceito e a criminalização enfrentados pelos jovens da periferia, especialmente na Zona Noroeste de São Paulo. Logo no início, o artista relata situações de injustiça, como no trecho “esses cara tão de putaria eles querem forja a situação, aquele pente não é nosso, nois nem atiramos em nada”, onde denuncia a manipulação de provas e acusações falsas feitas pela mídia e autoridades contra a comunidade. Esse cenário reflete uma realidade frequente para muitos moradores dessas regiões, que se veem constantemente alvos de estigmatização e violência policial.
O refrão “Eu moro aqui a mó tempããããããããããããããããããããããooo, na residencia dos loucos!” reforça o orgulho de pertencer à comunidade, apesar das dificuldades e do estigma. Ao citar bairros como Vila Telma, Barcelombra, Comporta e Bava, MC Felipe Boladão valoriza o sentimento de pertencimento e resistência coletiva. A frase “quem tem boca fala o que quér, e acha o que quiser achar, se é mentira ou verdade eu não sei, bate de frente toma la da ka!” mostra a desconfiança em relação às versões oficiais e a postura de enfrentamento diante das injustiças. O uso de gírias e expressões de rua traz autenticidade à narrativa, ressaltando a resiliência dos moradores e a importância do funk consciente como voz da periferia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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