
Assault (Joias No Pulso) (part. Oruam, Chefin, Borges e Orochi)
MC Poze do Rodo
Conquistas e desafios em "Assault (Joias No Pulso)"
Em "Assault (Joias No Pulso) (part. Oruam, Chefin, Borges e Orochi)", MC Poze do Rodo e seus parceiros usam a ostentação das "joias no pulso" como símbolo de respeito e poder conquistados em meio à exclusão social. As menções a marcas de grife, armas e à vida no crime funcionam como afirmação de status e resposta à marginalização enfrentada por artistas vindos das periferias. O verso “Aprendi com os brabos, me recuso a errar / Nós acostumado com essas joias no pulso” mostra como a superação das dificuldades é vista como vitória pessoal e coletiva, destacando o orgulho de pertencer à "Tropa da Mainstreet, a maior do mundo".
A letra mistura relatos da vivência nas ruas, lealdade ao grupo e a tensão entre violência e ascensão social. Frases como “Não fujo da guerra, mas prefiro a paz” e “Hoje eu já não preciso apertar o gatilho” revelam o desejo de deixar o passado violento para trás, agora que o sucesso foi alcançado. Apesar das críticas de apologia ao crime, a música reflete a realidade de muitos jovens das favelas, para quem o crime e a ostentação são caminhos para conquistar respeito e visibilidade. O duplo sentido de "assalto" — tanto como ato criminoso quanto como conquista de status e mulheres — reforça a ideia de disputa e afirmação de poder nesse contexto.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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