
Pressa
menores atos
Contrastes de urgência e vulnerabilidade em “Pressa”
Em “Pressa”, do menores atos, a letra explora a tensão entre o desejo de mudança e a sensação de estar preso, evidenciada logo no início: “Eu corro porque andar me irrita, corro mas não saio do lugar”. Esse verso expressa a ansiedade de quem busca transformação, mas sente que não avança, refletindo também o momento da banda, que retorna após um período de pausa. A urgência artística e pessoal se mistura à frustração cotidiana, criando um clima de inquietação constante.
A música alterna entre confissões e desejos, como em “Quero tanto o teu corpo, que teu corpo também quer / Quero sentir o teu gosto de novo até quando puder”, mostrando a busca por conexões intensas e sinceras. Elementos do cotidiano, como “cama, botequim”, reforçam a necessidade de relações autênticas e sem reservas. O trecho “Você diz que eu sou louco, e eu nem quero discordar” destaca a aceitação da própria diferença, sugerindo que a não conformidade é uma forma de preservar a autenticidade, algo valorizado pelo post-hardcore da banda.
A repetição da ideia de pressa e ansiedade mostra que esses sentimentos fazem parte do ciclo de quem vive intensamente, mesmo reconhecendo que “ignorar o que a gente pensa, não faz sentido algum no final”. O final da música, com a imagem da porta aberta e do caminho incerto, sugere que, apesar das dúvidas e da pressa, há espaço para recomeços e para aceitar a imperfeição, tanto nas relações quanto na trajetória do menores atos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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