
Venas Abiertas
Mercedes Sosa
Feridas históricas e esperança em “Venas Abiertas”
O título “Venas Abiertas” faz uma ligação direta entre a música de Mercedes Sosa e o livro “Las venas abiertas de América Latina”, de Eduardo Galeano. Essa conexão reforça a ideia de que as marcas da colonização e da exploração ainda estão presentes nos povos latino-americanos. Quando a letra diz “Tenemos venas abiertas, corazones castigados” (Temos veias abertas, corações castigados), ela evidencia essas feridas coletivas, mas também aponta que reconhecer essas dores é essencial para construir um futuro mais justo e solidário.
A canção destaca a importância da união e da esperança, especialmente no verso “América Latina tiene que ir de la mano por un sendero distinto” (A América Latina precisa caminhar de mãos dadas por um caminho diferente). Essa mensagem de caminhar juntos, aprendendo com o passado e cuidando uns dos outros, reflete o compromisso social e político do Movimento do Nuevo Cancionero, do qual Mercedes Sosa foi uma das fundadoras. O refrão “Nadie va a quedarse a un lado, nadie mirará al costado, tiempo de vivir” (Ninguém vai ficar de fora, ninguém vai olhar para o lado, é tempo de viver) reforça a ideia de inclusão e de busca ativa por direitos e sonhos negados. No final, a música projeta um futuro otimista, celebrando a esperança de transformação coletiva e a força da identidade latino-americana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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