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NEUNUND VORBEI
Mey Reinhard
NEUNUND VORBEI
Ein Lichtfleck von acht Seilen begrenzt,
Dahinter lauert die Nacht,
Und ein zehntausenäugiges Gespenst,
Das jeden deiner Schritte überwacht,
Zehntausend Augen die sehen wollen,
Wie lange du dich noch hälst,
Fünftausend Münder die schreien wollen,
Wenn du endlich zu Boden fällst.
In der ersten Reihe, du siehst es nicht,
Steckt sich ein dicker Mann,
Eine lange Zigarre in sein Gesicht
Und dann saugt er genüßlich daran.
Du siehst deinen Gegner nur vor dir steh'n,
Der weiß längst wie erledigt du bist,
Und du kannst aus geschwollenen Augen seh'n,
Wer von euch der stärkere ist.
Du tänzelst unsicher, du deckst dich nicht mehr,
Und diesmal trifft er dich gut,
Und alles dreht sich wie wild um dich her
Und du schmeckst auf deinen Lippen dein Blut
Und zum ersten mal spürst du den Geruch,
Von Schweiß und Bier, du atmest tief,
Und irgendwer reicht dir ein nasses Tuch,
Und du denkst dir wird schlecht von dem Mief.
Du hörst Frauen kreischen und Männer schreien,
Und du hoffst du bist endlich besiegt,
Denn selbst ein Raubtier läßt seinen Todfeind sein,
Wenn er hilflos am Boden liegt.
Den Mann der bis neun zählt, den hörst du bis drei,
Pfeifen, Getrampel, Gestampf,
Zwei tragen dich raus, zu Ende vorbei,
Ring Frei für den nächsten Kampf,
In der Garderobe kommst du vielleicht wieder zu Dir
Und betastest dein zerschlagenes Gesicht,
Vielleicht auch nicht, nun das liegt an dir,
Ob du zäh genug bist oder nicht.
Vielleicht hast du Glück und dein Arzt ist geschickt,
Und vollbringt an dir kunstgerecht
Ein medizinisches Wunder
Und flickt dich halbwegs wieder zurecht.
Ein Lichtfleck von acht Seilen umsäumt,
Lampen die grelles Licht streu'n,
Ein für alle mal ausgeträumt,
Vier, fünf, sechs, sieben, acht...neun.
Nove e Acabou
Um ponto de luz cercado por oito cordas,
Atrás dele, a noite espreita,
E um fantasma de dez mil olhos,
Que vigia cada um dos seus passos,
Dez mil olhos que querem ver,
Quanto tempo você ainda aguenta,
Cinco mil bocas que querem gritar,
Quando você finalmente cair no chão.
Na primeira fila, você não vê,
Um homem gordo se esconde,
Uma longa charuto em seu rosto
E então ele puxa com prazer.
Você só vê seu oponente na sua frente,
Ele já sabe como você está acabado,
E você pode ver com os olhos inchados,
Quem de vocês é o mais forte.
Você dança inseguro, não se protege mais,
E dessa vez ele te acerta bem,
E tudo gira como louco ao seu redor
E você sente seu sangue nos lábios.
E pela primeira vez sente o cheiro,
De suor e cerveja, você respira fundo,
E alguém te oferece um pano molhado,
E você pensa que vai passar mal com o fedor.
Você ouve mulheres gritando e homens berrando,
E você espera estar finalmente derrotado,
Pois até uma fera deixa seu inimigo em paz,
Quando ele está indefeso no chão.
O homem que conta até nove, você ouve até três,
Apitos, pisoteios, barulhos,
Dois te carregam pra fora, tudo acabou,
Luta livre para o próximo combate.
No vestiário, você pode voltar a si
E toca seu rosto machucado,
Talvez não, isso depende de você,
Se você é forte o suficiente ou não.
Talvez você tenha sorte e seu médico seja bom,
E faça em você um milagre médico
E te conserte mais ou menos de volta.
Um ponto de luz cercado por oito cordas,
Luzes que espalham um brilho intenso,
Um sonho que se foi de uma vez por todas,
Quatro, cinco, seis, sete, oito... nove.



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