
Amor de Pobre
Miltinho
A valorização do sentimento verdadeiro em “Amor de Pobre”
“Amor de Pobre”, de Miltinho, apresenta um narrador que assume com sinceridade sua condição social, deixando claro desde o início: “nada tengo” (não tenho nada). Essa postura não é de autocomiseração, mas de orgulho e humildade, reforçando que não há vergonha em ser pobre. Lançada em 1967, a música reflete um contexto em que a valorização do sentimento verdadeiro era um tema central na música popular brasileira, especialmente diante das desigualdades sociais da época.
A letra destaca que o amor não pertence apenas a quem tem posses, mas é um direito de todos: “también los pobres tienen derecho de amar” (os pobres também têm direito de amar). Ao pedir que a pessoa amada não se apegue aos “trapos que cubren el cuerpo y la vanidad” (trapos que cobrem o corpo e a vaidade), o compositor critica o valor dado às aparências e à riqueza. O verso “te entrego mi alma entera y desnuda” (te entrego minha alma inteira e nua) reforça a entrega sincera e a autenticidade dos sentimentos, mostrando que o que realmente importa é a pureza do afeto. Assim, “Amor de Pobre” celebra a dignidade do amor simples, afirmando que a falta de bens materiais não diminui a intensidade ou o valor do sentimento oferecido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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