
Les Feuilles Mortes
Mireille Mathieu
Memórias e saudade em "Les Feuilles Mortes" de Mireille Mathieu
Em "Les Feuilles Mortes", Mireille Mathieu interpreta uma das canções francesas mais marcantes sobre amor e perda. A imagem das folhas mortas é usada como metáfora para as lembranças e arrependimentos que se acumulam ao longo do tempo, sendo levados pelo vento do esquecimento. Escrita por Jacques Prévert no contexto do pós-guerra, a letra carrega uma forte nostalgia por um amor que ficou no passado, como nos versos: “Les feuilles mortes se ramassent à la pelle / Les souvenirs et les regrets aussi” (As folhas mortas se juntam com a pá / As lembranças e os arrependimentos também). Aqui, as folhas caídas simbolizam o fim de um ciclo e a inevitabilidade da perda, reforçada pela associação com o frio e a noite, que representam o esquecimento e a solidão.
A canção também aborda como a vida separa aqueles que se amam de forma sutil: “Mais la vie sépare ceux qui s’aiment / Tout doucement, sans faire de bruit” (Mas a vida separa aqueles que se amam / Bem devagar, sem fazer barulho). Essa separação silenciosa intensifica o tom melancólico da música, mostrando que o fim do amor pode ser inevitável e discreto. Apesar da dor, há uma aceitação serena, expressa em “Mais mon amour silencieux et fidèle / Sourit toujours et remercie la vie” (Mas meu amor silencioso e fiel / Sempre sorri e agradece à vida). Assim, "Les Feuilles Mortes" não apenas lamenta o que foi perdido, mas também valoriza as memórias e a gratidão por ter vivido um grande amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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