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El Diablo

Mon Laferte

Dualidade emocional e desejo em "El Diablo" de Mon Laferte

"El Diablo", de Mon Laferte, explora de forma intensa os conflitos internos de uma protagonista dividida entre desejo e inquietação. A artista utiliza imagens marcantes, como “mariposas andan en celo” e “una libélula ninfo-maníaca me roza la boca tan demoníaca”, para expressar sensações contraditórias e criar um clima de tensão emocional. Essas metáforas reforçam a dualidade da personagem, que se sente atraída e, ao mesmo tempo, perturbada por uma figura misteriosa. O verso “creo que yo te inventé” (acho que eu te inventei) sugere que essa figura pode ser tanto real quanto fruto da imaginação, ampliando a ambiguidade e o tom introspectivo da música.

A letra aborda a relação conflituosa entre amor e ódio, desejo e medo, como nos versos “Siento que te amo porque te odio” (Sinto que te amo porque te odeio) e “yo sé que te quiero porque te temo” (eu sei que te quero porque te temo). Essa mistura de sentimentos mostra como a protagonista está presa a alguém ou algo que a fascina e assusta ao mesmo tempo, funcionando como um “ángel de la guarda” (anjo da guarda) e, em outros momentos, lembrando “al diablo cuando me cansas” (o diabo quando me cansa). Ao afirmar “yo tengo un mundo aquí adentro” (eu tenho um mundo aqui dentro), Mon Laferte destaca que a verdadeira batalha acontece no interior da narradora, tornando "El Diablo" uma reflexão sobre os conflitos emocionais e a dificuldade de separar fantasia de realidade.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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