
Silenciar a Mangueira, Não
Monarco
Rivalidade e respeito no samba em “Silenciar a Mangueira, Não”
A música “Silenciar a Mangueira, Não”, interpretada por Monarco, destaca a importância da rivalidade saudável entre as escolas de samba do Rio de Janeiro. A canção, composta por Cartola como resposta ao samba “Mangueira, Não”, valoriza não só a própria Mangueira, mas também outras agremiações históricas, como Estácio de Sá, Osvaldo Cruz e Portela. Ao citar nomes como Ismael Silva e Paulo da Portela, a letra reconhece a contribuição de figuras fundamentais para o samba carioca. O verso “Devemos ter adversários / Como Osvaldo Cruz” reforça que a competição entre as escolas é essencial para manter a tradição viva e estimular o crescimento do gênero.
Além da rivalidade, a música transmite respeito e sentimento de pertencimento. Trechos como “Em Mangueira a poesia / Mora em nosso coração” e o pedido para levar “um abraço apertado / Lembrança de Osvaldo Cruz” mostram que, apesar das disputas, existe admiração e reconhecimento mútuo entre as escolas. O refrão “Silenciar a Mangueira, não” representa não só resistência, mas também um apelo à união e à celebração coletiva do samba. Ao gravar essa canção, Monarco reforça a mensagem de Cartola: o samba é construído por muitas vozes, e calar qualquer uma delas seria empobrecer toda a cultura.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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