
Blasphemy
Morbid Angel
Rebeldia e autonomia individual em “Blasphemy” do Morbid Angel
“Blasphemy”, do Morbid Angel, vai além de uma simples provocação religiosa ao incorporar a máxima de Aleister Crowley: “Do what thou wilt shall be the whole of the law” (Faze o que tu queres será o todo da lei). A música defende a autonomia individual e a rejeição consciente de qualquer autoridade espiritual imposta. O tom agressivo e desafiador da letra aparece em versos como “We curse the holy ghost / Enslaver of the weak” (“Nós amaldiçoamos o espírito santo / Escravizador dos fracos”) e “God of lies and greed / God of hypocrisy” (“Deus da mentira e ganância / Deus da hipocrisia”), deixando clara a crítica direta às instituições religiosas, acusando-as de manipulação, hipocrisia e opressão.
A repetição do termo “blasphemy” e o convite para “chant the blasphemy” (“entoe a blasfêmia”) funcionam como um chamado coletivo à rebelião, incentivando o ouvinte a questionar e desafiar dogmas tradicionais. Ao afirmar “No god shall come before me” (“Nenhum deus virá antes de mim”), a música coloca o indivíduo acima de qualquer divindade, refletindo a filosofia de Thelema e a postura antirreligiosa do Morbid Angel. Dessa forma, “Blasphemy” se consolida como um manifesto de insubmissão e liberdade pessoal, alinhado ao espírito contestador do death metal e à importância do álbum *Altars of Madness* como referência no gênero.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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