
Dr. Feelgood
Mötley Crüe
O submundo e a crítica social em “Dr. Feelgood” do Mötley Crüe
“Dr. Feelgood”, do Mötley Crüe, vai além de retratar um simples traficante de drogas. A música constrói a figura de Jimmy, um personagem quase mítico, inspirado tanto em figuras do submundo como Tony Montana, de “Scarface”, quanto no médico real Max Jacobson, conhecido por fornecer substâncias a celebridades e políticos. O apelido “Dr. Feelgood” carrega esse duplo sentido: mistura o traficante de rua com a imagem de um médico que, em vez de curar, vicia e corrompe.
A letra é direta e energética, mostrando o cotidiano de Jimmy, que “deals out in Hollywood” (vende em Hollywood) e “packages the candy cane” (embala a cocaína), enquanto a polícia ignora porque “somebody’s getting paid” (alguém está sendo pago). O tom irreverente da música expõe a hipocrisia social e a glamorização do crime, deixando claro que Jimmy não é um herói: “He’s not what you’d call a glamorous man” (Ele não é o que você chamaria de um homem glamouroso). O refrão repetitivo reforça a ideia de dependência, tanto dos clientes quanto da própria cidade, que se rende ao “Dr. Feelgood”. No final, a música sugere que esse ciclo é autodestrutivo, com rumores de que “Jimmy’s going down / This time it’s gonna stick” (Jimmy vai cair / Desta vez vai ser pra valer), mostrando que, por mais sedutor que seja o poder do “Dr. Feelgood”, ele é sempre passageiro e perigoso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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