
Salve A Malária
Motorocker
Identidade e irreverência em “Salve A Malária” da Motorocker
Em “Salve A Malária”, a Motorocker transforma o termo "malária", normalmente associado a uma doença, em símbolo de orgulho e identidade para quem vive o estilo de vida rockeiro e alternativo, especialmente em Curitiba. A banda ressignifica a palavra para representar uma tribo que valoriza autenticidade, rebeldia e união, como fica evidente nos versos “Eu também sou um malária” e “Longa vida e saúde pra essas tralhas”. A música celebra a camaradagem e a resistência de quem foge dos padrões tradicionais, reforçando o sentimento de pertencimento a um grupo que se destaca pela diferença.
A letra destaca elementos visuais e comportamentais desse universo, como “botina velha e roupa escura”, além de referências a carros antigos, motos, festas e bebidas acessíveis, como em “tomar tubão e coquinho”. O trecho “Playboy a gente corta / Teu dinheiro e sobrenome não importam” deixa clara a rejeição aos valores elitistas, valorizando uma vida simples e autêntica. Já a frase “de dinheiro a mulher gosta / Mas é com o malária que ela goza” usa humor para afirmar que atitude vale mais que status. No final, a expressão “Salve a nata da sociedade / A nata azeeeeeeeêda” ironiza a elite, reforçando que o verdadeiro valor está na comunidade dos “malárias”. Assim, a música se firma como um hino de exaltação à cultura rock e à irreverência, promovendo orgulho e pertencimento a quem compartilha desse estilo de vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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