
Frequência Poética
Murica
Contrastes urbanos e resistência em “Frequência Poética”
Em “Frequência Poética”, Murica explora a tensão entre a realidade difícil das ruas e a busca por conhecimento e expressão artística. A oposição entre “crime e a biblioteca” destaca esse conflito central, mostrando como o artista constrói sua identidade entre a necessidade de sobrevivência e o desejo de manter viva a criatividade. Ao afirmar que está “No corre 24 por 7”, Murica deixa claro que sua rotina intensa não se resume ao trabalho duro, mas também envolve o esforço constante para preservar a sensibilidade e a inspiração em meio aos desafios do cotidiano urbano.
Elementos recorrentes como “bitucas”, “madrugas”, “desertos” e a metáfora do “camelo com sede” reforçam a ideia de resistência diante da escassez e do desgaste emocional. O pedido por “água” simboliza tanto a necessidade de renovação quanto o desejo de algo que revigore o espírito. Quando diz “Eu não perco a frequência poética”, Murica mostra que, apesar das dificuldades, não abre mão de sua essência criativa. O refrão, ao mencionar o desejo pelo “Sol” e pela “água”, revela uma busca por equilíbrio, paz e simplicidade, enquanto o violão aparece como um refúgio emocional. A produção musical, marcada pelo violão e violino, intensifica o contraste entre a dureza da realidade e a sensibilidade artística, ampliando o tom reflexivo e urbano da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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