
Tempo Escondido
Ná Ozzetti
Reflexões cotidianas sobre o tempo em “Tempo Escondido”
Em “Tempo Escondido”, Ná Ozzetti apresenta uma reflexão bem-humorada sobre a busca constante pelo tempo perdido. Logo no início, versos como “Já levanto com tudo que tenho direito / E me mando em busca do tempo perdido” mostram como essa procura se torna parte da rotina, quase como uma tarefa diária, mas sempre frustrante. A música brinca com a ideia de que, por mais que tentemos, o tempo nunca é totalmente recuperado ou aproveitado, reforçando uma sensação comum a todos nós. Essa abordagem é característica de Luiz Tatit, que utiliza situações do cotidiano e a musicalidade da fala para tratar de temas existenciais de forma leve, mas profunda.
A letra também traz diferentes visões sobre o tempo por meio de conversas com amigos: um considera o tempo “uma perda de tempo, um atraso total”, enquanto outro o vê como “um absurdo tamanho”. Essas opiniões, carregadas de humor e sarcasmo, mostram que cada pessoa lida de um jeito com a passagem do tempo, mas ninguém encontra uma solução definitiva. O trecho “o tempo todo / O tempo tem, ou tem poder / Ou tem pudor, ou tem poesia” destaca a natureza multifacetada do tempo, que pode ser força, limite ou inspiração, mas sempre escapa ao nosso controle. No fim, a música retorna ao início, sugerindo que essa busca interminável faz parte da experiência humana. O tom leve e a melodia envolvente transformam a angústia sobre o tempo em algo quase lúdico, convidando o ouvinte a refletir e rir de si mesmo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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