
ZORRA
Nebulossa
Empoderamento feminino e ressignificação em “ZORRA”
Em “ZORRA”, Nebulossa utiliza a repetição da palavra "zorra" logo no início da música como uma estratégia para ressignificar um termo historicamente usado de forma pejorativa contra mulheres. Ao assumir o rótulo imposto pela sociedade — “Ya sé que soy solo una zorra” (Já sei que sou só uma zorra) —, a artista desafia o julgamento alheio e transforma o insulto em símbolo de força, orgulho e autoafirmação.
A letra aborda de maneira direta o julgamento social sobre o comportamento feminino, especialmente nos versos “Si salgo sola, soy la zorra / Si me divierto, la más zorra” (Se saio sozinha, sou a zorra / Se me divirto, a maior zorra). Nebulossa evidencia a hipocrisia e o duplo padrão que recaem sobre as mulheres, mostrando que qualquer atitude fora do esperado é motivo para rotulá-las negativamente. A menção a Manuela Trasobares, ativista trans e feminista, reforça o caráter inclusivo e de resistência da música, conectando a luta individual da artista a movimentos mais amplos de emancipação feminina e LGBTQ+. Ao afirmar “Reconstruida por dentro / Y esa zorra que tanto temías se fue empoderando / Y ahora es una zorra de postal” (Reconstruída por dentro / E essa zorra que você tanto temia foi se empoderando / E agora é uma zorra de cartão-postal), a canção celebra a transformação do preconceito em orgulho e liberdade, tornando-se um hino de autoaceitação e coragem diante da misoginia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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