
A Média Luz (A Meia Luz)
Nelson Gonçalves
Romance e intimidade em “A Média Luz (A Meia Luz)” de Nelson Gonçalves
Em “A Média Luz (A Meia Luz)”, Nelson Gonçalves transporta o ouvinte para o universo boêmio e romântico de Buenos Aires, usando o endereço Corrientes, 348, como símbolo desse cenário. Essa escolha não é aleatória: a Rua Corrientes é famosa por sua vida noturna e ligação com o tango, reforçando o clima de paixão e autenticidade da música. O apartamento descrito na letra, “sem porteiro ou vizinhos, onde só o amor vai encontrar”, representa um refúgio íntimo, onde o casal pode viver seu romance longe dos olhares e julgamentos externos.
A canção constrói um ambiente acolhedor e nostálgico com detalhes como “a vitrola que chora velhos tangos e canções” e “o gato de porcelana, mudo, assiste ao nosso amor”. Esses elementos criam uma atmosfera de cumplicidade, onde cada objeto reforça o sentimento de proximidade e entrega. A expressão “à meia luz” aparece repetidamente, simbolizando tanto a iluminação suave do local quanto a delicadeza e intensidade dos sentimentos vividos ali. O “crepúsculo interior” mencionado na letra sugere um momento de vulnerabilidade e entrega, em que os desejos se tornam mais profundos, protegidos pela penumbra. Assim, a música celebra o amor vivido em segredo, embalado pelo tango e pela magia de Buenos Aires, destacando o desejo universal de intimidade e conexão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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