
Babilônia
Nocivo Shomon
Solidão e tentações urbanas em “Babilônia” de Nocivo Shomon
Em “Babilônia”, Nocivo Shomon retrata a vida noturna de São Paulo como um ambiente sedutor, mas repleto de armadilhas e ilusões. O termo “Babilônia” é usado como metáfora para uma cidade marcada por excessos, corrupção e decadência moral. A música mostra como a busca por status, dinheiro e prazer imediato acaba deixando as pessoas vazias, como na frase “cada um carrega um deserto no coração”. Por trás da ostentação e do luxo, existe um sentimento profundo de solidão e insatisfação.
A letra é direta ao expor as consequências desse estilo de vida: “Vaidade, vício, luxo, ostentação”, “O cheiro do dinheiro atiça interesseira” e “A noite tá cheia de alma vazia”. Nocivo Shomon utiliza imagens fortes, como “veneno da cascavel, no mais bonito frasco” e “rosas que cheiram pólvora”, para mostrar que o que parece atraente pode ser destrutivo. O ambiente descrito é de traição, vícios, violência e relações superficiais, onde até a esperança do amanhecer é corrompida por “maldade, vaidade, inveja e vingança”. O refrão “Ambição, sedução, tentação pra iludir / O mundão faz os convite, é muita treta resistir” resume o ciclo de sedução e queda, mostrando como resistir às tentações da “Babilônia” é um desafio constante para quem vive nesse universo urbano caótico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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