
Erva Doce
Nocivo Shomon
Relação entre inspiração e cotidiano em “Erva Doce”
“Erva Doce”, de Nocivo Shomon, constrói uma atmosfera de relaxamento e criatividade ao abordar o uso da maconha de forma multifacetada e repleta de referências culturais. Logo no início, o verso “Shampoo de chá, santa tipo daime” faz uma ponte entre o ritual espiritual da ayahuasca e o cotidiano urbano do artista, sugerindo que a erva ocupa um papel quase sagrado em sua rotina. A menção a “escutei até Leo Jaime” traz um tom nostálgico e descontraído, enquanto “Rimo igual Busta Rhyme” evidencia a influência do rap internacional e a busca por criatividade sob o efeito da maconha.
A letra trata a maconha como uma musa inspiradora e fonte de prazer, expressa em versos como “Sinto a textura dela na palma da minha mão” e “Ela me faz feliz, ela me completou”. Termos como “Mary Jane” e “sessão do verdin” reforçam o duplo sentido, mostrando a erva tanto como escape das dores do dia a dia quanto como elemento de inspiração. As referências a Marlon Brando e Amy Winehouse ampliam o leque de influências, indicando que a inspiração proporcionada pela erva é plural e abrange diferentes estilos e emoções. O refrão “Essa é a brisa que me faz viajar” resume o efeito libertador e criativo da maconha, que, para Nocivo Shomon, representa paz, felicidade e conexão com o mundo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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