
Cavalo Ruço
Nuno da Câmara Pereira
Laços e tradição em "Cavalo Ruço" de Nuno da Câmara Pereira
A música "Cavalo Ruço", de Nuno da Câmara Pereira, destaca a forte ligação entre o narrador e seu cavalo Gingão, comparando esse vínculo ao de irmãos. O cenário do Ribatejo, região portuguesa conhecida por suas tradições equestres e tauromáquicas, é essencial para entender a importância desse relacionamento. Gingão representa mais do que um animal: ele é símbolo de orgulho, companheirismo e da própria identidade cultural local, sendo admirado por sua habilidade tanto no campo quanto nas touradas, práticas centrais na vida da região.
A letra traz um tom nostálgico ao relembrar as qualidades do cavalo, como sua beleza, mansidão e destreza, exemplificadas em versos como “saltava que era um primor” e “nenhum galgo o passava”. O momento mais marcante é a morte trágica do animal, causada por um touro, o que reforça a conexão com a cultura das touradas do Ribatejo. O impacto da perda é profundo, refletido na frase “eu nunca mais montei / nem sei se o farei / tal é a saudade”, mostrando como a ausência do cavalo afeta o narrador. Assim, a canção presta homenagem a Gingão e aborda a dor universal da perda de um companheiro, ao mesmo tempo em que valoriza a tradição e a identidade cultural do Ribatejo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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