
Epilogue
Opeth
Ciclo e melancolia em “Epilogue” de Opeth
“Epilogue”, do Opeth, encerra o álbum “My Arms, Your Hearse” de forma marcante ao criar um ciclo narrativo: a faixa termina com a palavra “Prologue”, sugerindo que a história contada nunca chega a um fim definitivo, mas se reinicia continuamente. Esse recurso reforça a ideia de um espírito preso em um ciclo eterno de observação e despedida, incapaz de se libertar do passado e da pessoa amada que ficou para trás. O verso “A sunrise that never came, still the night lamp that never faded away” (“Um nascer do sol que nunca veio, ainda a lâmpada noturna que nunca se apagou”) ilustra de forma clara essa sensação de estagnação, onde a esperança de um novo começo é frustrada e a escuridão permanece.
O uso do órgão Hammond intensifica a atmosfera melancólica e solene da música, funcionando como trilha sonora para o adeus do protagonista. A letra, embora breve, é carregada de significado e resume o sentimento de resignação diante do fim: “Farewell was the word, and the afterglow was the brave morning.” (“Adeus foi a palavra, e o resplendor era a manhã corajosa.”) O “afterglow” representa a memória do que foi vivido, enquanto o “brave morning” sugere uma tentativa de seguir em frente, mesmo que o ciclo recomece. Assim, “Epilogue” reflete sobre a impossibilidade de escapar de certos destinos e a beleza trágica de reviver a própria história.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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