
As Bruxas
Oswaldo Montenegro
Mistério e autoconhecimento em “As Bruxas” de Oswaldo Montenegro
Em “As Bruxas”, Oswaldo Montenegro utiliza a imagem de doze bruxas dançando ao redor de Desirée para criar uma forte ligação com os ciclos do tempo. O número doze, citado na letra, faz referência direta às horas do dia, aos meses do ano e aos signos do zodíaco, reforçando a ideia de que Desirée está envolta por forças misteriosas e ancestrais. Essas forças simbolizam tanto o desconhecido quanto a passagem do tempo e os rituais de transformação pessoal.
O clima sombrio e enigmático, característico das composições de Montenegro, é intensificado pelo questionamento sobre o “Reino dos Mortos”. Esse elemento pode ser entendido como uma metáfora para a busca de autoconhecimento ou para o sentido da existência diante da morte. Quando as bruxas “levantam o corpo e a dor do desejo imenso” de Desirée, a cena sugere um ritual de iniciação, no qual o sofrimento e o desejo são essenciais para atravessar um portal simbólico. A “porta aberta no coração” indica que as respostas para as grandes questões da vida estão dentro de cada um, e não em um lugar externo. Assim, a música usa imagens místicas para tratar de temas universais como desejo, morte, tempo e busca interior, convidando o ouvinte a refletir sobre seus próprios limites e anseios.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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