
Mudar Dói, Não Mudar Dói Muito
Oswaldo Montenegro
Reflexão sobre transformação em "Mudar Dói, Não Mudar Dói Muito"
A música "Mudar Dói, Não Mudar Dói Muito", de Oswaldo Montenegro, aborda o dilema entre enfrentar a dor da mudança e o sofrimento ainda maior de permanecer parado diante da vida. O refrão resume essa ideia ao afirmar: “Hoje eu sei que mudar dói / Mas não mudar dói muito”, mostrando que, apesar do desconforto, o crescimento é preferível à estagnação. A letra faz referência a Erasmo de Roterdã, filósofo conhecido por desafiar normas sociais e religiosas, o que reforça o convite à reflexão sobre o conformismo e a importância de questionar padrões estabelecidos. Já a menção a Yansã, orixá dos ventos e tempestades, simboliza a força inevitável e transformadora das mudanças.
Na parte falada, Montenegro mistura filosofia e espiritualidade para mostrar como o processo de transformação pode ser imprevisível. Ao dizer “Às vezes, é o porto que parte / E é o alvo que procura a seta”, ele inverte expectativas e sugere que, muitas vezes, somos surpreendidos por mudanças fora do nosso controle. O artista se define como "conservador afetivo", revelando seu apego às relações, mas reconhece que o verdadeiro sentido da vida está na convivência e no amor. A metáfora “Gigante olha a pedra e vê pó” mostra que, para quem já enfrentou grandes desafios, obstáculos antes vistos como enormes podem se tornar pequenos. Assim, Montenegro reforça que a mudança, apesar de dolorosa, é fundamental para o amadurecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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