
Drops de Hortelã (part. Glória Pires)
Oswaldo Montenegro
Reflexão leve sobre incertezas em “Drops de Hortelã”
Em “Drops de Hortelã (part. Glória Pires)”, Oswaldo Montenegro explora a incerteza e a busca por autoconhecimento de forma leve e bem-humorada. A repetição de “eu não sei” ao longo da música expressa dúvidas e confusão, mas sem pesar, trazendo um tom descontraído para o tema. O verso “eu me sentia, eu não sei, um americano em Paris” destaca o sentimento de deslocamento, como alguém que observa o mundo de fora, mas com curiosidade e abertura para novas experiências.
O contexto da composição é importante: Montenegro escreveu a música em Curitiba, logo após uma ligação para Glória Pires, o que se reflete diretamente na letra. O trecho “Me mandei pra Curitiba / E como eu gosto dessa vida! Ah! Eu sei” marca um momento de clareza e prazer, contrastando com as incertezas anteriores. A metáfora do “drops de hortelã” representa pequenos prazeres e alívios cotidianos, sugerindo que, mesmo sem grandes respostas, é possível encontrar doçura em gestos simples. As referências ao “anis” e ao “drops de hortelã da bala que eu te dei” reforçam a ideia de que lembranças e relações podem ser suaves e reconfortantes, mesmo quando faltam palavras. Assim, a música mistura introspecção e leveza, mostrando que a incerteza faz parte da vida, mas pode ser vivida com espontaneidade e prazer.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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