
Intuição
Oswaldo Montenegro
Liberdade criativa e emoção em “Intuição” de Oswaldo Montenegro
Em “Intuição”, Oswaldo Montenegro defende a liberdade criativa e a valorização da emoção na arte. Ao rejeitar o “compromisso estreito de falar perfeito”, o artista deixa claro que prefere a expressão espontânea à busca por uma técnica impecável. Isso fica evidente em versos como “sem o verso estilizado, o verso emocionado”, onde a prioridade é o sentimento verdadeiro, não a perfeição formal. O contexto de composição da música reforça essa ideia: Montenegro escreveu “Intuição” para exaltar a criação livre, sem amarras ou regras rígidas.
Imagens como “bate o pé no chão” e “pula da janela” aparecem repetidamente na letra, sugerindo um convite à libertação e à expressão sem medo. O trecho “hoje quem não cantaria, grita a poesia” amplia esse chamado, mostrando que qualquer pessoa pode se manifestar artisticamente, mesmo sem experiência ou técnica. A metáfora do Sol que “rompe a barra da noite sem pedir perdão” reforça a ideia de que a criatividade e a intuição surgem de forma natural e inevitável, assim como o dia nasce sem pedir permissão. Assim, a música celebra a autenticidade emocional e a democratização da arte, transmitindo uma atmosfera otimista e leve.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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