
Proteção
Plebe Rude
Crítica à repressão estatal em "Proteção" da Plebe Rude
Em "Proteção", da Plebe Rude, a ironia do refrão "É para sua proteção" destaca a desconfiança em relação ao discurso oficial sobre segurança pública. Em vez de transmitir tranquilidade, a frase revela o uso da força estatal como instrumento de intimidação e controle social. A letra mostra que a presença ostensiva da polícia militar, da guarda nacional e do exército nas ruas serve mais para reprimir do que para proteger a população. O verso "Nosso medo sua arma, a coisa não tá mal" deixa claro como o medo é utilizado pelo Estado para manter a ordem e silenciar qualquer oposição.
O contexto da Ditadura Militar brasileira é essencial para entender a crítica da música. Versos como "Oposição reprimida, radicais calados / Toda angústia do povo é silenciada / Tudo pra manter a boa imagem do Estado!" denunciam a repressão a qualquer forma de dissidência e a manipulação da opinião pública para preservar a autoridade do governo. A pergunta "A única pergunta é: me proteger do quê?" resume a crítica central: a proteção prometida pelo Estado se transforma em ameaça à liberdade individual, principalmente para minorias e opositores. Ao final, a canção questiona até quando a população aceitará esse regime de controle, reforçando o tom de inconformismo e resistência que caracteriza a obra da Plebe Rude.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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