
Zika do Bagui (part. Bonde da Stronda)
Pollo
Orgulho periférico e autenticidade em “Zika do Bagui”
“Zika do Bagui (part. Bonde da Stronda)”, de Pollo, transforma uma gíria das periferias em símbolo de status e autenticidade no rap e funk nacional. O termo “Zika do Bagui” aparece como um selo de qualidade, destacando quem se sobressai nos rolês e se torna referência na cena. Versos como “O bonde é zica do bagulho” e “Os zica do bagui, os vilão da vila” reforçam o sentimento de pertencimento e superioridade do grupo diante da concorrência e das críticas.
A letra aborda festas, relacionamentos casuais e a busca por diversão, mas também traz um tom de desafio aos “caretas” e “invejosos” que tentam desmerecer o estilo de vida dos artistas. Trechos como “Os cara fala e não sai do blá blá blá” e “Pra quem acha que é modinha ou que tô vivendo de molho” mostram essa postura de enfrentamento e orgulho das próprias origens. A música também valoriza a malandragem e a independência, como em “Sou doutor na arte de dar um role no mundo” e “Minha empressa não tem patrão / Mesmo assim nunca me atraso”, ressaltando a autossuficiência, característica marcante do rap e do funk. A parceria entre Pollo e Bonde da Stronda une estilos e amplia a mensagem, tornando “Zika do Bagui” um hino de celebração da vida livre e da superação das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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