
Samba Enredo 1975 - Macunaíma
G.R.E.S. Portela (RJ)
Macunaíma e a celebração da identidade brasileira na Portela
"Samba Enredo 1975 - Macunaíma", da G.R.E.S. Portela (RJ), transforma a trajetória do personagem Macunaíma em uma homenagem à diversidade cultural do Brasil. Inspirado no romance de Mário de Andrade, o samba-enredo utiliza o herói sem caráter para mostrar como o povo brasileiro é resultado da mistura de diferentes origens. A letra destaca essa multiplicidade ao afirmar: "Macunaíma índio branco catimbeiro / Negro sonso feiticeiro", ressaltando a convivência de influências indígenas, africanas e europeias em um só personagem, assim como ocorre na formação do país.
O samba faz referência a figuras e símbolos do folclore nacional, como Cy, a mãe do mato, e o uirapuru, pássaro mítico ligado à sorte e à magia. O talismã perdido por Macunaíma, a muiraquitã, representa a busca por identidade e pertencimento, enquanto a menção ao "Negrinho do pastoreio" e ao "gigante Piaiman" reforça a presença de lendas regionais. O final, com Macunaíma "virando constelação", sugere sua transformação em mito eterno, integrando-o ao imaginário coletivo brasileiro. O samba, junto à grandiosidade do desfile da Portela em 1975, faz da história de Macunaíma um retrato vibrante das tradições populares e da criatividade do povo brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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