
Gente (de Zero a Dez)
PRISCILLA
A dor e a resiliência em "Gente (de Zero a Dez)" de PRISCILLA
"Gente (de Zero a Dez)", de PRISCILLA, aborda de forma direta a dificuldade de expressar e medir a dor emocional. A artista utiliza a escala "de zero a dez" como uma tentativa de quantificar sentimentos que, muitas vezes, são difíceis de explicar até para quem os sente. A letra destaca a distância entre quem observa o sofrimento e quem o vive, especialmente quando a própria pessoa não consegue "dar nome ao que sinto". Esse trecho evidencia a solidão e a complexidade de lidar com emoções profundas, mostrando como o sofrimento pode ser invisível e incompreendido pelos outros.
O contexto do álbum "Gente" e o momento de transição na carreira de PRISCILLA reforçam a mensagem de resiliência da música. Ao cantar "Sofrer não muda quem sou / Não me faz menos merecedor", PRISCILLA rejeita a ideia de que a dor diminui o valor de alguém. Pelo contrário, ela sugere que o sofrimento pode fortalecer e ampliar a consciência sobre a própria vulnerabilidade e capacidade de superação. A repetição de "um pouco de força ainda me sobrou" ressalta a persistência e a esperança, mesmo diante do cansaço emocional. Assim, a canção convida à empatia e valoriza a coragem de reconhecer e enfrentar as próprias fragilidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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