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Today's Empires, Tomorrow's Ashes

Propagandhi

Crítica histórica e resistência em “Today's Empires, Tomorrow's Ashes”

“Today's Empires, Tomorrow's Ashes”, da banda Propagandhi, faz uma crítica direta ao imperialismo e à repressão estatal, usando exemplos concretos da história dos Estados Unidos. Ao citar eventos como Pine Ridge e Ruby Ridge, além de figuras como Anna Mae Aquash, Fred Hampton e Randy Weaver, a música evidencia como a violência institucionalizada atinge especialmente movimentos de resistência indígena e de minorias. O verso “cemetery plots marked Hampton, Weaver or Anna-Mae” conecta essas mortes à repressão sistemática de líderes que desafiaram o poder estabelecido.

A letra também utiliza ironia ao mencionar “Disney-fied history” (“história disneyficada”) e “the master's finest tools are found slack-jawed and placid” (“as melhores ferramentas do mestre estão boquiabertas e apáticas”), criticando a forma como a história é suavizada para proteger interesses dominantes. O trecho “the nail that sticks up gets hammered down” (“o prego que se destaca é martelado”) reforça a repressão a qualquer tentativa de resistência. Ao falar do enterro simbólico da “Publick Liberty” após a Constituição, a banda sugere que a promessa de liberdade foi traída desde o início por práticas autoritárias. O título e o verso final, “today's empires are tomorrow's ashes” (“os impérios de hoje são as cinzas de amanhã”), resumem a mensagem: todo poder opressor é passageiro e deixa apenas as marcas de sua destruição.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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