
Herbocinética
Raimundos
Liberdade e crítica social em "Herbocinética" dos Raimundos
"Herbocinética", dos Raimundos, utiliza o consumo de maconha como metáfora para a busca de liberdade e identidade, fugindo do uso de palavrões, algo incomum na trajetória da banda. O título une "herb" (erva) e "cinética" (movimento), sugerindo que fumar maconha representa um impulso para sair da rotina e experimentar novas possibilidades. A letra critica o julgamento e a pressão social, como no trecho “Falar da vida alheia mas que coisa feia / Sempre que tu me aperreia da vontade de te cancrar”, expressando o incômodo com quem tenta controlar ou julgar as escolhas dos outros.
A menção à “véia Tonha” e sua frase “só cresce quem sonha” reforça a importância de sonhar e buscar algo diferente para o crescimento pessoal. O uso da maconha aparece como símbolo de escapismo e de vontade de romper com padrões impostos, especialmente quando o personagem diz “Então acenda essa maconha pr'eu ficar doido doidão”. A música também ironiza as opções de futuro, como ser doutor, ladrão ou cantor, mostrando a falta de perspectivas claras e a busca por um caminho próprio, mesmo que fora do convencional. O refrão “Hoje somos os doido de agora / É uma questão fumófita, ramo querido da herbocinética” brinca com a ideia de que ser "doido" é uma resposta criativa e contestadora diante das pressões sociais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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