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CypherBox 12 (Gigante, Gasper, Nobre San, Buneco e NB)

Rap Box

Letra

    [Gigante]
    Rap Gym
    Yeah, até o fim
    Gigante no Mic

    [Gigante]
    Salve Gasper, NB, Buneco e Nobre San
    De Goiânia para o mundo
    Rap lidera o clã
    Meu talento é viver
    Nossa missão vencer a morte
    Cada som eternizado no tempo faz seu recorte
    Canções são rascunhos da eternidade
    Poetas são mensageiros que lapidam mensagens
    Pelas areias do tempo
    A liberdade faz da música um espelho que reflete a nossa imagem
    Faladores de plantão
    Não plantam você Platão
    Quer tá preso na caverna só enxerga na escuridão
    Faladores só falam, eu executo
    Meus planos e projetos, os pelas e os putos
    A cólera já me fez errar quento eu tava certo
    Aprendi a tá na guerra mantendo a calma por perto
    Sou sangue frio ao mesmo tempo sangue quente
    No equilíbrio sangue bom sem derramar sangue inocente

    [Gasper]
    Hã, Gasper
    Plá!, Hã
    Sou jovem negro
    Fiz real tudo que eu sonho
    Carro, grana, adrenalina
    Fé que expulsa meus demônios
    Minha mãe não dorme
    Me fala nos mesmos sonhos
    Se eu lucrar com cocaína Deus me deixa no abandono
    Corrento de tretas
    Zum, zum, zum
    Sei que o melhor tá por vim
    Caneta Beretta, vai, vai ,vai
    Não deixa o mal te engolir
    Escola da vida tem rua perdida
    Poeta de esquina
    Samsumg roubado
    De ferro travado
    De carro clonado
    Nada pode mudar
    NB verídico, Napalm é bomba química
    K'Ment trampo rua
    Vendendo minha droga lírica
    Meu soco empaque físico
    A mente é física
    Nascemos pela music
    Eternos pela música
    Fabricando hinos, indo, sampleando violinos
    Carregando mil histórias
    Roteiros pra Tarantino
    Drible no disbaratino
    Cada dia despedindo
    Verso original do Brasa DNA, genuíno

    [Nobre San]
    A favela ainda pede bis NB
    Assim que Deus trabalha
    Assim que ele quis
    Que se foda a banda Kiss
    Se eu parar vou me arrepender de tudo que eu não fiz
    E o que eu não faço é o que mais me procupa
    Uma canção que na sua vida uma parte ocupa
    A vida não vai me por culpa
    Não seja obsoleto com amuleto absoluto
    Sol na cara
    Acho que vou por minha lupa
    Somos preto absoluto
    Entramo em luto pelo luto
    Seu papo torto não vai me deixar puto
    Tenho um colar só de línguas que eu amputo
    Aí Gigante quero uma casa que não tenha teto
    Foda-se o teto de vidro pra essas tretas que eu nem treto
    Tipo minotauro em Creta, nem treta
    Que não se limita abdica etcetera
    O rap me acolheu nos braços pique Bebeto no treta
    Sou filho da mãe África, Tio Sam não foi obstetra
    Sua atenção nóis que sequestra isso e Goiânia na orquestra
    Orquestramos liberdade pra alma que se adestra

    [Buneco]
    Yeah, Napalm, vai, hã
    Nem sempre o que é bom vence
    Não sei como te convence
    Pra chega até ser uma ofença
    Esse som que é no sense
    Até gerou suspense
    Mas na rua é nóis que tá nos extenso
    Quem atravessa o horizonte antes do sol se pôr
    Aprende que respeito é a lei seja onde for
    Juntei minha tropa
    Fiz da música arma pra guerra
    Quero uma vidra nobre mesmo ganhando uma merra
    Goiânia rap city
    Saindo do cockpit
    Combustível tem Napalm pra deixar bem hot o beat
    Ei NB, ainda me incomoda em ver
    Os manin' de RD fugindo da GPT
    Vixi
    Meu povo cai como os pinos de um boliche
    Governo nos descarta
    E eu que sou o lixo
    Hoje eu que sou o bicho
    Se eu for julgado pelo o que eu faço
    Então deixa que eu me acerto com Cristo

    [NB]
    É NB rapaz, GO nato
    Sumemo
    Nóis estoca mais de um milhão de história
    Nóis fez escola
    Não é de agora que os caderno fabricam as pólvoras
    Você achou esse verso meio agressivo
    Porque não viu a Joaquina rejeitar o Cirilo
    Na terra de Mano Brown, conhece nem o 2Pac
    Não sabe o valor de passear no parque
    Na boca de fumo que nóis fumo
    Não fumo, tragado, fumaça subiu
    Por um instante fulminado, credo
    Um de doze ano tocando o terror, credo
    Um de trinta ano virando um avô
    Hoje em dia os moleque não tora só as raia
    Passa o cerol no crime, também nas mini-saia
    Nóis aqui de baixo gita
    Fora Temer, fora Temer
    Porque nóis não tem o que temer
    Hoje os preto daqui já passou por vários sufoco
    Do Abelhão sou cria
    Escola de vários monstros
    Goiânia não tem só o Zezé Di Camargo
    Tem uns moleque doce com uns verso amargo
    Embaladão sem ter do que reclamar
    Envolvidão ao som do Kendrick Lamar
    Caminho K'Mente visando o a cor do futuro
    Explodindo igual Napalm
    Aumenta o volume
    NB, do Centro-Oeste do mapa
    Exportando mais do que a Friboi com essas carne fraca
    Fraca


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