
Quando O Tiro Do Fuzil Disparar
Realidade Cruel
Violência e denúncia social em "Quando O Tiro Do Fuzil Disparar"
"Quando O Tiro Do Fuzil Disparar", do grupo Realidade Cruel, retrata de forma direta e sem suavizações a rotina de violência nas periferias brasileiras. A música vai além da exposição da violência física, abordando também a violência simbólica causada pela indiferença da sociedade e da mídia. Isso fica evidente em versos como "IBOPE pra reportagem" e "espetáculo de horror no Ratinho", que criticam a exploração do sofrimento das comunidades como forma de entretenimento e audiência.
A participação de Eduardo Taddeo (Facção Central) reforça o tom realista e crítico da letra, que utiliza imagens fortes para mostrar que, diante do crime e da pobreza, não há espaço para ilusões. Trechos como "No fim não tem tio patinhas nadando no dinheiro" e "não adianta chorar nem rezar" deixam claro que, nesse contexto, a morte e o sofrimento são consequências quase inevitáveis. O refrão, marcado pelo som do fuzil, "ratata", simboliza a presença constante da violência armada. Já versos como "o ódio que vem da miséria tinge de sangue a favela" apontam para a origem estrutural do problema, ligada à desigualdade social. Ao afirmar "Realidade Cruel sem maquiagem", o grupo reforça seu compromisso em mostrar a realidade como ela é, sem filtros ou amenizações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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